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Três perguntas para um tema: Transparência

A secretária- geral da ES Gás, Ariana Ferreira, avalia como a transparência pode ajudar as empresas a atingir níveis de governança ideiais e contribuir com a sua gestão.
1 - Há não muito tempo, vigorava a ideia de que “informação é poder”, em que os detentores dos dados angariavam uma vantagem em relação àqueles que não as possuíam. No início do século XXI, a transparência ganhou força no ambiente corporativo, permitindo que os stakeholders tivessem acesso às informações empresariais. Como você avalia essa transição?

Essa transição foi um marco essencial para as empresas passarem a atuar de forma mais engajada com uma gestão mais transparente, o que também foi primordial para contribuir com a implementação dos princípios da Governança Corporativa nas organizações, fundamentados na Transparência, Equidade, Prestação de Contas e Responsabilidade Corporativa. Posso dizer que ser transparente no ambiente corporativo significa também prezar por honestidade e conformidade, com clareza de informações. Aqui entendo que a comunicação clara e objetiva é fundamental e ganhou força também nessa transição, proporcionando essa transparência desejada no atual mundo corporativo. Hoje esse é um padrão mínimo esperado por empresas éticas e íntegras.

2 - No Brasil, uma série de escândalos motivou o aprimoramento das legislações vigentes, acelerando a adoção da transparência pelas empresas. Podemos considerar que chegamos, com o aperfeiçoamento dos últimos anos, a um patamar ideal?

Considero que as empresas brasileiras já evoluíram bastante, mas ainda não estamos num patamar ideal, pois o efetivo compliance deve “sair do papel” e ser permeado por toda a organização, refletindo-se na prática em todos seus processos e nas suas relações com os stakeholders. Hoje há importantes leis que disciplinam as práticas de compliance e estabelecem requisitos de integridade e conformidade a serem adotados nas empresas, mas entendo que ainda há um caminho a ser perseguido pelas organizações que não restringe às ações empresariais para atendimento às legislações, sobretudo as empresas estarem comprometidas em criar e/ou fortalecer uma cultura sólida baseada em comportamentos éticos, íntegros e transparentes, criando um ambiente corporativo que incentive a confiança, a responsabilidade, gerando valor à empresa e para todas as partes interessadas.

3 - Como o compliance pode ajudar as empresas a se adequarem às legislações e atenderem aos anseios da sociedade por empresas mais transparentes e éticas?

Identificar as barreiras, os riscos e os principais mecanismos de compliance são fatores essenciais à compreensão pelas empresas de forma integrada tanto na adequação às leis quanto no atendimento aos anseios da sociedade. Nesse contexto, a adoção de compliance traz uma reflexão e visão de caráter preventivo não se limitando ao cumprimento das imposições legais, mas também com práticas focadas no comportamento humano, pois fazer o que é certo pressupõe ter riscos menores e maiores resultados positivos, construindo uma empresa perene, sólida e rentável e com uma identidade segura e confiável na sociedade.

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